Há seis anos, em 05 de outubro, morreu a professora Heley Abreu Batista

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A professora Heley entrou em luta corporal com o incendiário, impedindo que ele percorresse mais salas da creche para fazer mais vítimas.
A professora Heley entrou em luta corporal com o incendiário, impedindo que ele percorresse mais salas da creche para fazer mais vítimas.

Era uma manhã tranquila do dia 05 de outubro de 2017, na creche Gente Inocente, em Janaúba/MG, quando um funcionário ateou fogo no próprio corpo e em crianças próximas. A professora Heley de Abreu, sabendo do risco que corria, tomou uma decisão extrema: lançar-se contra o homem em chamas e salvar seus alunos.

O fogo se espalhou rapidamente para outras salas.
O fogo se espalhou rapidamente para outras salas.

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Heley entrou em luta corporal com o criminoso, permitindo que as crianças presas numa sala escapassem. Teve 90% do corpo queimado e não resistiu. Morreu honrosamente, salvando 25 pequenos e tornando-se um exemplo para todos. A professora Heley comprova que somos #UmPovoHeroico.

A auxiliar de professora, Jéssica Morgana, também faleceu devido às queimaduras.
A auxiliar de professora, Jéssica Morgana, também faleceu devido às queimaduras.

Em seu ato heroico, Heley teve o auxílio de outras duas funcionárias da creche, Jéssica Morgana e Geni Oliveira, que ajudaram a retirar as crianças feridas do local. Mulheres que também sacrificaram a própria vida para salvar a de outros e que certamente inspiram a todos nós.

A auxiliar de professora Geni Oliveira, 63 anos.
A auxiliar de professora Geni Oliveira, 63 anos.

Autor do ataque

De acordo com a prefeitura, Damião Soares dos Santos era funcionário efetivo desde 2008. Ele ficou de férias de julho a agosto e, ao retornar ao trabalho, no mês de setembro, alegou problema de saúde e foi afastado.

Damião foi à creche na manhã desta quinta entregar o atestado médico e cometeu o crime. O delegado Bruno Fernandes Barbosa informou que ele entrou na creche de mochila, sem tirar o capacete, fechou as portas e já ateou fogo em uma funcionária que estava na cozinha.

A perícia indica que ele fechou três salas da creche, onde havia entre 55 e 60 pessoas. Ele tirou um galão da mochila, jogou álcool nas crianças e ateou fogo. Logo as chamas se espalharam por outras salas. O homem teria ainda segurado as crianças, impedindo que elas saíssem. Uma professora tentou conter a ação de Damião e chegou a lutar com ele.

Ele foi levado para o hospital com queimaduras no corpo inteiro e morreu cerca de três horas depois.

Fontes:

Texto principal: Secom do Governo Bolsonaro em 04/07/2020.

Outros dados: [1], [2], [3] e [4]

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