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História

Seção do site com o subtema Historia, da categoria Cultura.

Nova York - Estados Unidos - Ataques de 11 de setembro de 2001.

Nova York - Estados Unidos - Ataques de 11 de setembro de 2001.
Nova York – Estados Unidos – Ataques de 11 de setembro de 2001.

O atentado às Torres Gêmeas em 11 de setembro de 2001 resultou na morte de quase três mil pessoas (todos civis), mudou a geopolítica mundial e desencadeou uma campanha internacional contra o terrorismo. O atentado deu ao governo dos EUA e de vários países um forte apoio popular para criar mais controle e mais restrições às liberdades individuais. Veja o vídeo do atentado no final.

Governos se aproveitam do medo das massas para aumetarem seu poder e controle sobre seus cidadãos. O exemplo mais recente foi a pandemia de Covid, período que governos obrigaram pessoas a ficar em casa, criaram tecnologias de controle (rastrear localização e passaportes sanitários), fecharam empresas e decidiam quem podia e quem não podia trabalhar, além de obrigarem a inoculação em massa com um produto experimental, erroneamente chamado de vacina.
Também ficou claro quando governadores e o judiciário brasileiros ordenaram o tranca tudo, enquanto o atual presidente Lula dizia que “Ainda bem que a natureza criou o coronavírus, para que as pessoas saibam a necessidade de um ESTADO FORTE (subentende-se cidadãos mais fracos).

Mais tarde naquele dia, outro avião foi lançado no Pentágono em um acidente que deixou 184 mortos, entre funcionários do governo americano e passageiros do avião da American Airlines. Uma quarta aeronave sequestrada por militantes da Al-Qaeda caiu na Pensilvânia e deixou 44 mortos.


Nova York - Estados Unidos - Ataques de 11 de setembro de 2001.
Nova York – Estados Unidos – Ataques de 11 de setembro de 2001.

O atentado às Torres Gêmeas em 11 de setembro de 2001 resultou na morte de quase três mil pessoas (todos civis), mudou a geopolítica mundial e desencadeou uma campanha internacional contra o terrorismo. O atentado deu ao governo dos EUA e de vários países um forte apoio popular para criar mais controle e mais restrições às liberdades individuais. Veja o vídeo do atentado no final.

Governos se aproveitam do medo das massas para aumetarem seu poder e controle sobre seus cidadãos. O exemplo mais recente foi a pandemia de Covid, período que governos obrigaram pessoas a ficar em casa, criaram tecnologias de controle (rastrear localização e passaportes sanitários), fecharam empresas e decidiam quem podia e quem não podia trabalhar, além de obrigarem a inoculação em massa com um produto experimental, erroneamente chamado de vacina.
Também ficou claro quando governadores e o judiciário brasileiros ordenaram o tranca tudo, enquanto o atual presidente Lula dizia que “Ainda bem que a natureza criou o coronavírus, para que as pessoas saibam a necessidade de um ESTADO FORTE (subentende-se cidadãos mais fracos).

Mais tarde naquele dia, outro avião foi lançado no Pentágono em um acidente que deixou 184 mortos, entre funcionários do governo americano e passageiros do avião da American Airlines. Uma quarta aeronave sequestrada por militantes da Al-Qaeda caiu na Pensilvânia e deixou 44 mortos.

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O imperador austríaco Ferdinand Joseph, declarou guerra à Sérvia, confiando no apoio alemão. Essa declaração viria a ser a sentença de morte de seu próprio império.

O imperador austríaco Ferdinand Joseph, declarou guerra à Sérvia, confiando no apoio alemão. Essa declaração viria a ser a sentença de morte de seu próprio império.
O imperador austríaco Ferdinand Joseph, declarou guerra à Sérvia, confiando no apoio alemão. Essa declaração viria a ser a sentença de morte de seu próprio império.

Hoje, há 109 anos, o Império Austro-Húngaro declarou guerra ao Reino da Sérvia. Esse fato culminou, em questão de dias, com a I Guerra Mundial.

A Alemanha via a Rússia como uma grande ameaça pois, apesar de não ter um exército poderoso, era numeroso, tinha a 4ª economia do mundo à época e estava desenvolvendo ferrovias em grande número, o que permitiria deslocar seus soldados rapidamente para as fronteiras em mais alguns anos. O Estado-Maior alemão sabia que era melhor enfrentar a Rússia já em 1914 do que encontrá-la mais forte em alguns anos.

As ferrovias russas.
As ferrovias russas.

Com o assassinato do arquiduque Franz Ferdinand (Áustria) pelo sérvio Gavrilo Princip, ocorreram muitos motins na Bósnia pois relatórios oficiais à Viena (Áustria) informavam que a Sérvia era cúmplice. Mas na Europa em geral não houve muita repercussão por causa do assassinato.


O imperador austríaco Ferdinand Joseph, declarou guerra à Sérvia, confiando no apoio alemão. Essa declaração viria a ser a sentença de morte de seu próprio império.
O imperador austríaco Ferdinand Joseph, declarou guerra à Sérvia, confiando no apoio alemão. Essa declaração viria a ser a sentença de morte de seu próprio império.

Hoje, há 109 anos, o Império Austro-Húngaro declarou guerra ao Reino da Sérvia. Esse fato culminou, em questão de dias, com a I Guerra Mundial.

A Alemanha via a Rússia como uma grande ameaça pois, apesar de não ter um exército poderoso, era numeroso, tinha a 4ª economia do mundo à época e estava desenvolvendo ferrovias em grande número, o que permitiria deslocar seus soldados rapidamente para as fronteiras em mais alguns anos. O Estado-Maior alemão sabia que era melhor enfrentar a Rússia já em 1914 do que encontrá-la mais forte em alguns anos.

As ferrovias russas.
As ferrovias russas.

Com o assassinato do arquiduque Franz Ferdinand (Áustria) pelo sérvio Gavrilo Princip, ocorreram muitos motins na Bósnia pois relatórios oficiais à Viena (Áustria) informavam que a Sérvia era cúmplice. Mas na Europa em geral não houve muita repercussão por causa do assassinato.

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Aprendemos na escola e em muitos sites na internet que o período da Revolução Francesa foi algo maravilhoso. Não foi bem assim.

Aprendemos na escola e em muitos sites na internet que o período da Revolução Francesa foi algo maravilhoso. Não foi bem assim.
Aprendemos na escola e em muitos sites na internet que o período da Revolução Francesa foi algo maravilhoso. Não foi bem assim.

Maximilien de Robespierre, jacobino, sanguinário, e líder da Convenção Montanhesa (que governou a França por um período durante a Revolução Francesa), foi preso pelos seus aliados no dia 27 de julho de 1794 e morto numa guilhotina no dia seguinte, em 28 de julho de 1794.

Aprendemos na escola e em muitos sites na internet que o período da Revolução Francesa foi algo maravilhoso. Não foi bem assim.

Como já mostramos aqui, este período foi de 1789 a 1815 e colocou abaixo a tradição, religião, mudou a forma de governo, teve vários golpes e causou grande convulsão social. Afinal, foi uma mudança drástica, imposta à sociedade de cima para baixo, nada natural. Os revolucionários eram inspirados pelos ideais do Iluminismo, que estava fazendo muito sucesso na época (e faz sucesso atualmente no Brasil, mesmo que você não perceba).

A queda da Bastilha foi um dos eventos que marcou o início da Revolução Francesa.
A queda da Bastilha foi um dos eventos que marcou o início da Revolução Francesa.

O que trouxe a Revolução? Guerras com outros países, crise econômica, fome, derrubada de governos que duravam pouco tempo, e grande agitação social. Claro, houve perseguição religiosa e a todos que resistissem aos ideais e às ações dos revolucionários, sendo milhares de pessoas mortas todos os anos por “crime de opinião”. Isso mesmo.

Observação 1: atualmente temos ouvido falar em gente sendo presa sem o devido processo legal e sem ter sido condenada no Brasil. A acusação é a mesma “crime de opinião”. Pois é, os revolucionários estão por aí, em cargos públicos causando estragos na sociedade até hoje.


Aprendemos na escola e em muitos sites na internet que o período da Revolução Francesa foi algo maravilhoso. Não foi bem assim.
Aprendemos na escola e em muitos sites na internet que o período da Revolução Francesa foi algo maravilhoso. Não foi bem assim.

Maximilien de Robespierre, jacobino, sanguinário, e líder da Convenção Montanhesa (que governou a França por um período durante a Revolução Francesa), foi preso pelos seus aliados no dia 27 de julho de 1794 e morto numa guilhotina no dia seguinte, em 28 de julho de 1794.

Aprendemos na escola e em muitos sites na internet que o período da Revolução Francesa foi algo maravilhoso. Não foi bem assim.

Como já mostramos aqui, este período foi de 1789 a 1815 e colocou abaixo a tradição, religião, mudou a forma de governo, teve vários golpes e causou grande convulsão social. Afinal, foi uma mudança drástica, imposta à sociedade de cima para baixo, nada natural. Os revolucionários eram inspirados pelos ideais do Iluminismo, que estava fazendo muito sucesso na época (e faz sucesso atualmente no Brasil, mesmo que você não perceba).

A queda da Bastilha foi um dos eventos que marcou o início da Revolução Francesa.
A queda da Bastilha foi um dos eventos que marcou o início da Revolução Francesa.

O que trouxe a Revolução? Guerras com outros países, crise econômica, fome, derrubada de governos que duravam pouco tempo, e grande agitação social. Claro, houve perseguição religiosa e a todos que resistissem aos ideais e às ações dos revolucionários, sendo milhares de pessoas mortas todos os anos por “crime de opinião”. Isso mesmo.

Observação 1: atualmente temos ouvido falar em gente sendo presa sem o devido processo legal e sem ter sido condenada no Brasil. A acusação é a mesma “crime de opinião”. Pois é, os revolucionários estão por aí, em cargos públicos causando estragos na sociedade até hoje.

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Freiras carmelitas condenadas à guilhotina por não negarem sua fé em Cristo.

Freiras carmelitas condenadas à guilhotina por não negarem sua fé em Cristo.
Freiras carmelitas condenadas à guilhotina por não negarem sua fé em Cristo.

No período da Revolução Francesa conhecido como Reino do Terror, em 1794, 16 irmãs carmelitas do Mosteiro de Compiègne foram condenadas à morte na guilhotina por se recusarem a abandonar sua devoção religiosa. Essa trágica história tornou-se conhecida como o “Diálogo das Carmelitas” e foi retratada em livros, peças teatrais e filmes.

Durante a Revolução Francesa, aproximadamente 50.000 pessoas foram vítimas do terror (ou seja, foram ass@ssind4s, em média 100 por dia nas praças da França), e nem mesmo as freiras de Compiègne foram poupadas. O governo jacobino estabeleceu instituições de controle, como a Comuna Popular, o Tribunal Revolucionário e o Comitê de Salvação Pública (algo muito semelhante hoje em dia conhecido como”combate à fake news” e ao “discurso de ódio”), para eliminar aqueles considerados inimigos da revolução. O Comitê de Salvação Pública (perceba como o instrumento usado para perseguir e m@tar vem sempre com um nome bonitinho, assim como “defender a democracia”) de Compiègne acusou o mosteiro carmelita de abrigar mulheres que não aderiam à ideologia revolucionária.

Os revolucionários de hoje fazem o mesmo e acusam todos que discordam deles de serem fascistas e dignos de serem atacados ou presos sem piedade ou um julgamento justo.

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Freiras carmelitas condenadas à guilhotina por não negarem sua fé em Cristo.
Freiras carmelitas condenadas à guilhotina por não negarem sua fé em Cristo.

No período da Revolução Francesa conhecido como Reino do Terror, em 1794, 16 irmãs carmelitas do Mosteiro de Compiègne foram condenadas à morte na guilhotina por se recusarem a abandonar sua devoção religiosa. Essa trágica história tornou-se conhecida como o “Diálogo das Carmelitas” e foi retratada em livros, peças teatrais e filmes.

Durante a Revolução Francesa, aproximadamente 50.000 pessoas foram vítimas do terror (ou seja, foram ass@ssind4s, em média 100 por dia nas praças da França), e nem mesmo as freiras de Compiègne foram poupadas. O governo jacobino estabeleceu instituições de controle, como a Comuna Popular, o Tribunal Revolucionário e o Comitê de Salvação Pública (algo muito semelhante hoje em dia conhecido como”combate à fake news” e ao “discurso de ódio”), para eliminar aqueles considerados inimigos da revolução. O Comitê de Salvação Pública (perceba como o instrumento usado para perseguir e m@tar vem sempre com um nome bonitinho, assim como “defender a democracia”) de Compiègne acusou o mosteiro carmelita de abrigar mulheres que não aderiam à ideologia revolucionária.

Os revolucionários de hoje fazem o mesmo e acusam todos que discordam deles de serem fascistas e dignos de serem atacados ou presos sem piedade ou um julgamento justo.

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